Doria prorroga a Fase Emergencial até 11 de abril


O Governo de São Paulo confirmou hoje (26) que a Fase Emergencial, com medidas ainda mais duras do que a Fase Vermelha do Plano SP, continua até 11 de abril. “Em virtude dos números da pandemia e da insistência do crescimento da pandemia, apesar de todas as medidas adotadas, o Governo de São Paulo prorroga até o dia 11 de abril a fase emergencial”, afirmou o Vice-Governador e Secretário de Governo, Rodrigo Garcia, durante a coletiva de imprensa, justificando a necessidade de continuar com medidas rígidas para reduzir a circulação de pessoas.

O toque de recolher continua valendo, das 20h às 5h, todos os dias, e o acesso a parques e praias também está impedido, assim como qualquer tipo de evento ou reunião que cause aglomeração. A expectativa é que, com a Fase Emergencial, 4 milhões de pessoas deixem de circular em todo o Estado.

Cidades da região também implantam ações mais rígidas

O prefeito de Mairiporã, Aladim, ontem (26), via transmissão ao vivo nas redes sociais, informou que nos próximos dois finais de semana (27 e 28 de março e 2, 3 e 4 de abril), somente poderão funcionar serviços estritamente essenciais, como hospitais, farmácias, postos de combustíveis, distribuidoras de gás, serviço funerário, laboratórios, dentistas, veterinários, transporte público e hotéis. Demais atividades comerciais, incluindo mercados e supermercados, deverão atender somente por meio de serviço de entrega (delivery). A venda de bebidas alcoólicas também está proibida por este período.

Franco da Rocha também proibiu, através de Decreto Municipal, o aluguel de chácaras e semelhantes para impedir a realização de festas que gerem aglomeração e, por consequência, aumentem o risco de contágio pelo Novo Coronavírus.

ButanVac

O Governador João Doria anunciou a “ButanVac”, produzida pelo Instituto Butantan. Segundo o diretor do Instituto, Dimas Covas, o pedido junto à Anvisa para os testes clínicos em humanos foi encaminhado ainda hoje. A expectativa do Governo é finalizar estes testes em até três meses. Com isso, seria possível começar a imunizar a população com a “ButanVac” em julho deste ano. No entanto, tudo isso depende da liberação e do sucesso dos testes.

Covas ainda afirmou que, quando a vacina estiver aprovada para uso em grande escala, o Instituto terá capacidade para produzir 100 milhões de doses por ano.

 

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