“Rachadinha” em família: esquema também era usado por Jair e Carlos Bolsonaro


Divulgação/Palácio do Planalto

O que começou com uma investigação que atingia só o “Filho 01” se tornou mais um problemão para a família Bolsonaro: a quebra dos sigilos bancário e fiscal do deputado Flávio Bolsonaro revelou indícios de que seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, e o seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro, também faziam esquema de “rachadinha” em seus gabinetes.

As “rachadinhas” nada mais são do que a prática em que assessores e funcionários de gabinetes de políticos devolvem parte ou até todo o salário pago a quem os emprega.

De acordo com informações do Uol, quatro funcionários que trabalharam para o agora presidente Jair Bolsonaro em seu antigo gabinete na Câmara dos Deputados retiraram 72% de seus salários em dinheiro vivo. Eles receberam R$ 764 mil líquidos, entre salários e benefícios, e sacaram o total de R$ 551 mil.

Já assessores de Carlos Bolsonaro chegaram a sacar R$ 470 mil, também em dinheiro vivo.

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