Como anda o combate à dengue na região?


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em tempos de pandemia, apesar da pouca chuva que caiu nesses primeiros meses de 2021, um outro inimigo ronda a saúde dos moradores: o Aedes aegypti, mosquito que transmite a dengue.

A Redação do Expresso Urbano entrou em contato com as Prefeituras de Caieiras, Cajamar, Franco da Rocha, Francisco Morato e Mairiporã questionando o que tem sido feito para prevenir o aparecimento de focos e casos de dengue. Apenas as Prefeituras de Cajamar e Francisco Morato responderam.

A Prefeitura de Cajamar informou que são feitas visitas diárias a áreas e setores do município, visitas quinzenais em borracharias, ferros velhos e reciclagens, e o veículo de nebulização, que passa três vezes por semana dispersando inseticida em ruas e áreas com maior índice de casos. A respeito do número de casos, segundo a Prefeitura, até a última semana de abril, foram registradas 48 notificações de casos de dengue no município, dos quais 10 são positivos e o bairro Paraíso é o com maior incidência.

A Prefeitura de Francisco Morato disse que continua realizando ações de conscientização nas redes sociais e junto à comunidade, através de visitas dos agentes comunitários de saúde. O total de notificações, de acordo com a Prefeitura, é “irrisório” e, até o momento, todos com resultados negativos.

Embora não tenha retornado ao nosso contato, a Prefeitura de Caieiras publicou em suas redes sociais que o trabalho dos agentes de controle de vetores continua, visitando residências em áreas determinadas por sorteio, borracharias e locais de descarte de inapropriado para a recolha de inservíveis , assim como o “fumacê”, veículo que dispersa repelente. Desde a primeira quinzena de abril o veículo circula pelos bairros e o serviço deve ser concluído em toda a cidade até o fim dessa semana, segundo o cronograma divulgado no início de abril.

Moradores procuraram a Redação do Expresso Urbano informando sobre dois casos positivos de dengue em idosos na região da Vila São João. A Prefeitura de Caieiras foi procurada para se manifestar sobre estes casos, mas não encaminhou posicionamento até a publicação desta reportagem.

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