Estado e Prefeituras criam campanhas de combate à fome


Foto: Governo do Estado de SP

O Governo do Estado de São Paulo lançou na semana passada a campanha “Vacina contra a fome”, pela qual busca incentivar as pessoas a doar um quilo de alimentos da cesta básica, como arroz, feijão, macarrão e leite em pó, no momento em que forem se vacinar contra a COVID-19. A recomendação do Estado é que os postos de vacinação também sejam os pontos de coleta desses mantimentos.
De acordo com o Governo, 395 prefeituras dos 645 municípios do Estado já aderiram à campanha. A lista pode ser conferida aqui. Na região do Cimbaju, Caieiras, Francisco Morato e Mairiporã já estão participando da campanha. Nesta última, os pontos de arrecadação são os seguintes:

  • Todos os postos de vacinação;
  • Secretaria de Desenvolvimento Social –  Rua Ipiranga, 130 – Centro
  • Todos os CRAS da cidade

Caieiras contra a fome

A Prefeitura de Caieiras divulgou ontem (6), via redes sociais, o início da campanha “Caieiras Contra a Fome”, cujo objetivo é ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade durante a pandemia. Segundo a Prefeitura, além de alimentos não perecíveis, podem ser doados também, produtos de limpeza e de higiene pessoal.
Tais itens devem ser entregues no Fundo Social, que fica na Rua Ambrosina do Carmo Buonaguide, nº 98C, de segunda a sexta-feira, das das 9h às 16h.

De acordo com a Prefeitura, a doação também poderá ser feita nos “Drive-Thrus” no Centro Cultural e no Estacionamento do Paço Municipal, nos dias 10, 17 e 24 de abril, das 9h às 16h.

Fome volta a assombrar famílias brasileiras

O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar lançado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional mostrou resultados preocupantes: 19 milhões de pessoas, o que corresponde à população da região metropolitana de São Paulo, não tem o que comer.
De acordo com o inquérito, apenas 45% das famílias brasileiras afirmam que, nesse momento, tem garantia de que vão ter comida na mesa. Outros 20% estão comendo menos do que o recomendado para sobrevivência, inclusos na chamada “insegurança alimentar moderada ou grave”.

Com informações da Agência Brasil, do Governo do Estado de São Paulo e das Prefeituras de Caieiras e Mairiporã.

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